Segundo Bruno, a categoria não pode mais ser vista como na época em que seu tio, o tricampeão Ayrton Senna, competia, pois atualmente existe muita politicagem e interesses financeiros que acabam ofuscando o principal objetivo do esporte, que é incentivar a competitividade entre os pilotos.
Com dificuldades para ajudar a desenvolver o carro da Hispania, até agora o mais fraco entre as demais equipes estreantes, Bruno destaca o aprendizado que teve ao longo do ano, ajudando a, literalmente, criar um carro "do zero".
A F-1 é o lugar onde estão os melhores pilotos de monopostos e a categoria mais competitiva que tem no mundo. Esse é meu objetivo, estar no topo dos melhores pilotos do mundo com os melhores carros do mundo", completou.
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